Prepare-se para o Natal

Ou para comer uma deliciosa sobremesa hoje mesmo!

Acho que esta é a primeira de uma séria de sobremesas para o Natal!

Este ano me candidatei para fazer a sobremesa para a Ceia de Natal lá em casa. Nem sei o porquê disso. Não sou doceira. Deveria ter levantado a mão na hora de me candidatar para o prato principal. Talvez fosse a saudade de ter passado os últimos 12 anos longe da bagunça e confusão que a minha família faz nesta época. Na verdade, esta saudade me recordou que no final das contas, a sobremesa, que ninguém queria fazer, aparecia em forma de pudim de leite condensado(!). É…  Foi isso mesmo que gerou a ansiedade em preparar a sobremesa!

Fiquei pensando no que eu poderia servir que causasse impacto e ao mesmo tempo agradasse ao paladar da família toda… Chocolate foi a resposta instântanea! E para não aparecer com um brigadeirão (afff!) fui remexer nos meus cadernos de receitas e achei a apostila do curso de bolos que fiz com a Luciane Oliveira. Conheci a Lu no México e logo de cara nos demos bem. Ela, uma doceira de mãos cheias e formada pela Le Cordon Bleu, me deu muitas dicas boas e um curso maravilhoso que será pauta para outro post. Além de uma receita maravilhosa de bolo daquoise e mousse de chocolate.

Esta sobremesa já foi tema de uma festa natalina. Um ensaio de despedida nos meus últimos dias no México. Ah, quantas boas lembranças! Só fazem esta torta ter um sabor ainda mais especial!

 

Bolo Daquoise e Mousse de Chocolate  e Nutella®( serve 8 ) – uma adaptação da receita da Lu Oliveira

Massa daquoise

115 gr de claras

40 gr de açúcar

100 gr de farinha de amêndoa

40 gr de farinha de trigo

115 gr de açúcar de confeiteiro

20 gr de cacau em pó 

Modo de fazer

Bater as claras em neve e aos poucos adicionar o açúcar, até formar um merengue firme. Peneirar as farinhas e o açucar de confeiteiro. Adicionar ao merengue e misturar rapidamente com uma espátula, com movimentos de baixo para cima cuidando para não perder o volume. Colocar em um saco de confeitar  e fazer um caracól sobre uma assadeira coberta com papel manteiga. Para facilitar o trabalho você pode usar a forma de fundo removível que vai usar para montar a mousse desenhar um círculo, 0,5cm menor que o fundo, sobre o papel manteiga para usar de guia. Depois cubra este círculo com uma camada de merengue  (foto) e preencha todo este círculo com a massa. Assar em forno a 180ªC até que as bordas estejam douradas.

Mousse de chocolate

500 ml de creme de leite fresco

1 gema

40 gr de açúcar

170 gr de chocolate meio amargo

1 pote de Nutella® (você pode usar o pequeno, mas eu recomendo o grande. É Natal, afinal de contas!) – reservar para a montagem

1 xícara de amêndoas sem casca torradas e picadas grosseiramente – reservar para a montagem

Chocolate meio amargo ralado para decorar – reservar para a montagem

Modo de fazer

Derreter o chocolate em banho maria ou microondas. Ferver 100 ml do creme de leite. Num recipiente bater a gema com o açúcar até obter um creme esbranquiçado. Misturar o creme de leite fervido sobre a mistura de gema pouco a pouco para não “cozinhar” e voltar ao fogo rapidamente, com cuidado para não queimar. Retirar o fogo e acrescentar a mistura sobre o chocolate derretido e fazer uma ganache. Transferir para um recipiente grande e deixar esfriar, misturando ocasionalmente para não formar uma nata. Na batedeira, bater o restante do creme de leite num ponto um pouco mais suave que chantilly. Misturar 1/3 do chantilly na mistura de ganache fria e misturar bem. Adicionar o restante do creme batido e misturar levemente para não perder volume até estar totalmente homogêneo.

Montagem

1. Colocar a base de daquoise na forma de fundo removível para montar a mousse (deve ter um espaço de aproximadamente 0,5 cm para ser coberto pela mousse e não aparecer a base (foto))

2. Cobrir a base com a Nutella espalhando bem.

3. Polvilhar as amêndoas picadas sobre a Nutella.

4. Colocar a mousse e passar uma espátula para alisar bem. 

Colocar no freezer por algumas horas ou em geladeira de um dia para o outro. Para soltar do aro use um maçarico ao redor ou um pano de prato umedecido  em água bem quente.

Se você não tiver um aro pode usar uma forma de fundo removível.

A delícia de uma homenagem…

Acabo de receber um e-mail da minha querida amiga Ana Lucia. Um e-mail maravilhoso onde ela faz uma segunda homenagem para seu pai. Linda e doída. Na primeira vez, ela fez a paella cuja receita está aqui. Agora ela escreveu um texto lindo que eu não poderia deixar de publicar aqui e compartir com vocês…

Ana, minha doce amiga. Hoje você faz o blog e ele está muito mais delicioso!

“Graças à gentileza da minha querida amiga Patricia, já apareci duas vezes aqui no blog  – na primeira, porque me meti na viagem dela para SanFrancisco (Pê, qual é a próxima viagem??) e, na segunda, porque resolvi me aventurar a fazer uma paella de presente de Dia dos Pais para meu amado pai. Fiquei devendo a foto da paella por muito tempo e agora resolvi pedir licença para não apenas publicar a foto, mas também falar um pouco sobre a deliciosa memória que essa paella deixou.


Quando tive a ideia de fazer a paella e pedi a receita à Patricia, era porque já não sabia mais o que dar de presente a meu pai. E ele, como bom descendente de italianos, sempre apreciou muito comer bem e suas histórias muitas vezes envolviam a lembrança de sabores que havia conhecido ao longo de sua vida. Com a minha mãe ele aprendeu acozinhar (há controvérsias…rs) e, curioso, assistia programas, lia e foi desenvolvendosuas receitas, suas técnicas. E assim, comer em casa era uma delícia!
Até por conta disso, enquanto morei com meus pais, minha participação se limitava a passar pela cozinha para ver de onde vinha aquele cheirinho gostoso que eu estava sentindo e a comer!
Somente quando passei a morar sozinha, descobri que trouxe o gosto pela boa comida comigo e que não ia dar para viver de congelado e sanduíche. Aos poucos, passei a fazer minhas experiências – algumas deram certo, outras nem tanto – e fui curtindo isso cada vez mais, comprando acessórios de cozinha, lendo blogs (este inclusive, claro!) e fazendo cursos. Meu pai e minha mãe foram, obviamente, minhas primeiras “cobaias”.
Meu pai se surpreendeu com essa minha descoberta como cozinheira e não escondia oorgulho de ver a filha fazendo algo de que ele mesmo gostava e pedindo instruções e dicas. Até por isso, achei que fazer um prato de que ele gostava como a paella no Dia dos Pais era uma ótima ideia.

E foi! Com a valiosa ajuda da Patricia, para quem pedi a receita aos 45 minutos do segundo tempo, comprei os ingredientes e no Dia dos Pais de 2011 meu pai, minha mãe e eu nos reunimos na cozinha do meu apartamento para preparar a paella. Acabou sendo uma festa! Curtimos tudo, desde a preparação dos ingredientes, o momento de colocar na panela e, enfim, a hora de saborear! Ele ficou muito feliz e a paella ficou uma delícia!!! 

Depois dessa vez, repetimos a receita no Reveillon seguinte e já fazíamos planos defazê-la de novo no Dia dos Pais deste ano.
Infelizmente, não tivemos essa oportunidade. Na verdade, o Dia dos Pais de 2011 acabou sendo o último que passei junto com meu pai. A falta que ele faz é enorme, mas a lembrança dessa paella me faz ter certeza da sorte que tive de viver momentos como este ao lado dele. E, se como diz Leonardo da Vinci, “para estar junto não é precisoestar perto, e sim do lado de dentro”, meu pai sempre estará junto de mim, dentro demeu coração e nas minhas memórias, inclusive as gastronômicas!”

 

 

 

 

 

Amizade não tem idade, nem prazo. Só o momento certo!

Recebemos um outro texto, lindo, cheio de emoção e eu gostaria de tê-lo publicado na semana passada, mais especificamente no dia 29 de novembro para homenagear a autora, minha amiga Geisa, no dia do seu aniversário. Infelizmente não deu. Teve que ser hoje. E ao lê-lo novamente percebi como as amizades nascem sem nem mesmo tentar. É o curso da vida e este mistério é encantador!

“Conheci a Patrícia em uma situação inusitada e ao mesmo tempo inesquecível…
Estava trabalhando no tasting de um restaurante brasileiro que abriria aqui em Londres em 2007. Certo dia diante de todos os entulhos da construção e reforma do restaurante, com uma cozinha provisória no fundo da obra, vejo chegar esta moça… chiquérrima… com um casaco de frio preto, toda arrumada e com algumas sacolas da Harrod’s (para quem não conhece a mais famosa loja de departamento de Londres). Perguntou-me onde poderia encontrar o head chef. Indiquei o escritório e confesso que fiquei pensando no que uma moça tão chic estaria interessada no meio de tantos entulhos. Não nos vimos mais….

Muito tempo depois, na época em que o restaurante estava para abrir e todos os contratados vieram para fazer o tasting… quem eu vejo lá? A moça chic daquele dia frio e chuvoso! Na hora me lembrei dela. Confesso que ri sozinha… Ela estava lá procurando emprego, também! EuPaty07geisa

Não saberia dizer onde nasceu nossa amizade… e amizades verdadeiras não precisam ter data marcada, não é mesmo? Elas simplesmente acontecem com a “mão de Deus” e assim eu a e Paty (como comecei a chama-lá carinhosamente) nos tornamos grandes amigas. Um dia veio um almoço na casa dela, conheci ao Roberto e o Pedrinho, que tinha apenas um ano e pouco. No meio do delicioso almoço trocamos idéias, conversamos sobre comida, bolos, doces, o trabalho e a tarde foi curta para tudo.

Uma amiga incrível, que sempre me apoiou em todos os momentos em Londres. O restaurante que trabalhávamos fechou (infelizmente) mas a nossa amizade sobreviveu à sua ida para o México e agora com a ida para o Brasil (confesso que sou um pouco insistente com minhas verdadeiras amigas e sempre estou procurando saber notícias).

A melhor surpresa foi ela aparecer aqui em Londres neste ano. Estava trabalhando fora da cidade e ela foi lá me visitar. Tive uma tarde maravilhosa, tomamos uma cider deliciosa em um pub tipicamente inglês para ficar registrado este reencontro. É esta foto que estao vendo. geisa2

Comemos muitas coisas deliciosas juntas… mas nehum momento será tão histórico como o nosso afternoon tea na Peggy Porschen… Delicioso! Segue a foto para você… e segue também a minha receita favorita para ficar registrada aqui. Neste momento as minhas “Memórias Gastronômicas” estão nos nossos encontros para tomar o chá da tarde na John Lewis.

Agora é final de ano… mais uma vez… e a gente fica mais sensível… sente saudade de casa e de todos os amigos especias… assim como você, amiga!

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Quero apenas dizer o quanto você é especial e o quanto eu amo você! A saudade é sempre grande mas eu sei que posso contar contigo a qualquer momento.

“Nada simboliza mais Londres e os famosos chá da tarde do que o delicioso Victoria Sponge Cake. Uma vez que você experimentar um pedaço… vai querer mais!!! É o meu favourito… Simples e delicioso!”

Bolo Victoria Sponge para o chá das cinco (Serve 12 fatias)

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Este bolo é muito simples e fácil de fazer. Mas a qualidade dos ingredientes fará toda a diferença!

Ingredientes:

175 gr de açucar refinado

175 gr de manteiga ou margarina para bolo

175 gr de farinha de trigo

1 colher de chá de fermento químico

175 gr de ovos (isso equivale a aproximadamente 3 ovos grandes sem considerar a casca)

1 baunilha  ou 1 colher de chá de extrato de baunilha

300 ml de creme de leite fresco

150 gr de açucar de confeiteiro

geléia de morango, o quanto baste.

victspong

Modo de Preparo:

Pré aqueça o forno a temperatura média, 180 graus. Unte duas formas para bolo de 20 cm com manteiga e farinha de trigo.

Na batedeira bata a manteiga e o açucar até obter um creme claro e homogêneo. Acrescente as sementes de baunilha e os ovos, um a um, até misturar bem.  Em velocidade baixa adicione a farinha e o fermento, uma colher por vez.

Despeje a massa nas duas assadeiras e asse por 25 minutos ou até dourar. Faça o teste do palito. Deixe esfriar sobre uma gradinha.

Bata o creme de leite com o açucar de confeiteiro em ponto de chantilly

Quando o bolo estiver frio, coloque na travessa em que vai servir um dos bolos e uma camada da geléia e por cima o chantilly . Coloque o outro bolo em cima mas não pressione muito. Para decorar somente açucar de confeiteiro. Para saborear este bolo nada melhor do que uma xícara de chá. Simples assim!!

Receita Centenária: Puchero da Bisa Candú

No último dia 16 de setembro minha avó completaria 100 anos. A Bisa Candú, como era conhecida na família foi uma mulher muito dura. 

Não tenho a imagem da avó carinhosa e doce, mas de alguém que sofreu muito na sua vida e lutou para criar 5 filhos sozinha, pois meu avó estava sempre viajando… As lembranças que tenho é de que não nos era permitido muito quando estávamos em sua casa… Nada de doces, nada muita tv, dormir cedo… Definitivamente a casa da Bisa não era um lugar onde queríamos passar as férias!!

Mas com o tempo fui aprendendo a lidar com minha avó e entender o seu jeito de ser. Entender que o que ela nunca teve na vida não podia nos dar. Sinto muito que isto tenha sido tão tarde. As coisas na vida são sempre assim… Mas antes tarde do que nunca, tive tempo de viver alguns momentos especiais.

Foi com ela que aprendi a comer uma saladinha de beterraba, cebola roxa, salsinha e limão, um omelete de vagem manteiga delicioso e o maior legado que ela poderia ter me deixado: Puchero Gallego.

Infelizmente não existe um caderno de receitas da Bisa, pois minha avó mal sabia escrever o seu nome. Mas as memórias que tenho deste prato são mais valiosas que qualquer pergaminho. E é assim que eu imagino como minha querida avó teria preparado este prato!

Bisa, se ainda não for muito tarde, eu te amo e sinto sua falta!

 

Puchero Gallego da Bisa Candú (Serve 4)

 

500 gr de grão-de-bico (eu uso já cozido, mas se você for cozinhar, siga as instruções do pacote e não esqueça de tirar a casquinha!)

2 colheres de sopa de azeite de oliva

1 cebola pequena picada

2 dentes de alho picados

1 paio  cortado em rodelas

2 linguiças calabresa cortadas em rodela 

2 coxas de frango sem pele

2 sobrecoxas de frango sem pele (minha avó fazia com pé de galinha e pescoço!!!!!)

3 tomates maduros sem pele nem sementes picados (eu uso 1 lata de tomati pelatti)

2 cenouras pequenas cortadas em rodelas

2 batatas pequenas cortadas em cubos

1 salsão cortado em pedaços pequenos

300 ml caldo de frango

sal e pimenta do reino, o quanto baste

Salsinha picada

 

Aqueça o azeite em uma panela e frite a cebola e o alho até dourar, Acrescenteo paio, a linguiça e deixe fritar a fogo médio. Se soltar muita gordura, escorra. Acrescente o frango e doure. Junte os tomates, as cenouras, as batatas e o salsão. Deixe refogar por uns 3 minutos sem mexer para não romper as carnes. Acrescente o caldo de frango e  a salsinha picada. Tempere com sal e a pimenta a gosto. Tampe a panela e cozinhe por 15 minutos. Junte o grão-de-bico e deixe cozinhar a fogo baixo por mais 10 minutos. Sirva quente, como uma sopa.

Pão de Cebola do Arby’s®

Foto: Arby's®

Alguém se lembra daquele sanduíche de rosbife do Arby’s®? Faz uma tempão que estou sonhando com aquele pão de cebola caramelizada… Era muito fofinho, dourado e delicioso! Bem… a rede de lanchonetes deixou de operar no Brasil em 1999. Então data daquela época a minha memória gastronômica deste sanduíche!!!

 

Passei uns dias testando, adaptando receitas –  inclusive adaptei a receita de pão de batata que já fez o maior sucesso por aqui – e cheguei a ter vários bons resultados, mas nenhum igual ao pão de cebola do Arby’s®…

Foi aí que eu tive a idéia de adaptar uma receita de pão de hamburguer que a mãe de uma colega minha fazia. Teve uma época, no Brasil, que fazer hamgurguer caseiro era super moda. Inclusive as vendas por catálogo lucravam muito com a hamburgueira! Lembro que meu tio Chico adaptou um cano de pvc para ter uma dessas “prensas”!!!!! Ai… Ser pobre é uma comédia!

E não é que deu certo? O pão ficou macio e delicioso! E o melhor é que com esta receita você pode fazer pão de cebola, pão de hamgurguer e pão de hot dog!! E comê-lo não só como pão para sanduiche. Eu servi com um delicioso cozido de carne.

Pão de Cebola MUITO macio (12 pães)

235 ml de leite

120 ml de água

55 gr de manteiga

560 gr de farinha de trigo

7 gr de fermento para pão instantâneo

2 colheres de sopa  de açucar

1 1/2 colher de chá de sal

1 colher de sopa de cebola em pó (pode ser omitido, se quiser)

3 colheres de sopa de flocos de cebola (você pode usar a cebola in natura, porém deve picá-la e secar em forno baixo para retirar o excesso de umidade)

1 ovo

 

Em uma panela pequena aquecer o leite, a água e a manteiga até atingir 50 graus, aproximadamente.

Na tigela da batedeira, utilizando o batedor de massas, ou à mão, misturar metade da farinha, o fermento, açucar, sal, a cebola em pó, se estiver usando e 2 colheres de flocos de cebola. Acrescentar a mistura líquida à mistura de farinha, acrescente o ovo e  bater bem até obter uma mistura homogênea. Continue batendo, acrescentando o restante da farinha, pouco a pouco, batendo bem depois de cada adição de farinha. Quando a massa estiver bem ligada retire da batedeira sobre uma superfície enfarinhada. A massa vai parecer um pouco úmida e pegajosa. Está correto, pois a farinha da superfície fará com que desgrude das mãos e atinja seu ponto. Sove a massa por, aproximadamente, 8 minutos até estar bem macia e elástica.

Divida a massa em 12 partes iguais e modele em bolinhas de 5 cm. Não muito maior pois a massa dobra de tamanho. A primeira vez que fiz modelei em bolotas e acabei com pãezinho gigantes!!! Cubra com um pano de prato e deixe crescer em um lugar longe de correntes de ar por 30 minutos.

Aqueça o forno a 200 graus. Unte cada pão com uma gema de ovo batida e polvilhe a cebola em flocos restante. Asse por 12 a 15 minutos ou até que fiquem dourados (os meus douraram demais…)

 

Se for fazer pão para hamburger omita a cebola da receita e utilize gergelim.

Esta receita é muito versátil. Você pode rechear os pãezinho, utilizar ervas secas no lugar da cebola ou até mesmo frutas secas picadinhas e açucar polvilhado para um pão doce!