Praticidade para uma Segunda Sem Carne [Polenta Cremosa com Cogumelos e Tomatinhos Confit]

Cada dia temos uma nova tarefa a ser cumprida na agenda da vida louca que levamos. Estamos sempre acrescentando tarefas. Nunca tirando… Isso é uma pena. A vida deveria ser mesmo levada de uma maneira mais leve. Mas são poucos aqueles que seguem este mantra. Uma pena.

Eu mesma tenho um roteiro diário que se inicia as 6 da manhã e segue dia adentro com pouco descanso, quase sem nenhum respiro: é filho, marido, casa, trabalho, blog, corre para eventos, almoço nos Jardins, café em Pinheiros, segunda sem carne, terça sem glúten, quarta… Ufa!

Tem dias que logo cedo já deixo o almoço pronto e o jantar adiantado. Será que vale a pena esticar tanto os braços para abraçar o mundo deste jeito? Confesso que ainda não cheguei a uma conclusão, mas parece que sim, pois se estou nessa!…

Mas uma ajuda sempre é muito bem vinda. Por isso que lancei os potes de comidas da #Cookit. Este não é um jaba, hein?!? 😀 Mas acredito muito no que faço, não só porque a idéia é boa, mas porque me ajuda mesmo! E pode te ajudar. O jantar já está pronto e ainda são 7:30 da manhã! É chegar em casa e aquecer. E tudo isso levou menos de 15 minutos, acreditem!

Por que não tentar você também? As vezes, tudo o que precisamos é de uma mãozinha. Let’s Cook it®!

Polenta Cremosa com Cogumelos e Tomatinhos Confitados (Serve 4)

Tá na mesa! E você prepara em 15 minutos.

Tá na mesa! E você prepara em 15 minutos.

Ingredientes:

1 pote de Polenta com Ervas de Provence Cook it®

Maravilha do mundo moderno!

Maravilha do mundo moderno!

1 bandeja de tomatinhos sweet grape ou cereja

2 dentes de alho

1 ramo de alecrim

1 ramo de tomilho

azeite de oliva, o quanto baste para cobrir os tomates

1 bandeja de cogumelos shimeji, cortados em floretes

1 dente de alho picado

Flor de Sal, o quanto baste

Pimenta do reino moída na hora, o quanto baste

Modo de Preparo:

Aqueça o forno a 120 graus.

Coloque o conteúdo do pote de polenta em uma panela. Acrescente água, conforme as instruções de preparo e mexa bem. Leve a panela o fogo e deixe cozinhar, em fogo baixo por 10 minutos.

Enquanto isso prepare os tomates. Coloque-os em uma assadeira, juntamente com os dentes de alho, as ervas e cubra com o azeite de oliva. Quanto mais rasa a assadeira menor quantidade de azeite você precisará. Leve ao forno por 10 a 15 minutos.

Uma conserva coringa para as horas de aperto

Uma conserva coringa para as horas de aperto

Para preparar os cogumelos utilize uma colher de sopa do azeite em que foram preparados os tomatinhos e aqueça em uma frigideira. Acrescente o alho e doure levemente. Acrescente os cogumelos e refogue até ficarem macios, mas al dente.

Para servir, coloque a polenta em uma travessa, cubra com os tomatinhos e os cogumelos. Regue com o azeite do confit de tomates e tempere com flor de sal e pimenta do reino.

A vida é prática e saborosa!

Guarde na geladeira por até 2 semanas e sirva com polenta, com torradas, com massa, com o que a criatividade mandar!

Guarde na geladeira por até 2 semanas e sirva com polenta, com torradas, com massa, com o que a criatividade mandar!

DICAS:

  1. Se você também preparar este prato com antecedência, cubra com papel alumínio e aqueça no forno a 150 graus por 10 minutos.
  2. Caso não utilize todo o tomate confitado, espere esfriar e guarde na geladeira em um pote de vidro – pode ser o pote da Polenta Cook it® – e cubra com o azeite. Consuma em até duas semanas
  3. Experimente toda a praticidade da linha Cook it www.cookitemcasa.com.br

Vida mais saudável [Sal de Ervas]

Se você quiser levar uma vida mais saudável – e eu acho que você deva! – algumas mudanças nos hábitos alimentares são imprescindíveis. E falo de coisas simples. Não estou pedindo para que você deixe de tomar refrigerante após 20 anos dependendo desta “droga”. Apesar de achar que nunca deveria ter tomado!

Parece fácil, mas eu sei que não é. Mudar hábitos na nossa vida nos tiram da zona de conforto e nos deixam vulneráveis. Então, a minha dica é começar devagar mas com pequenas mudanças, quase imperceptíveis, que terão um grande efeito na sua saúde.

Comece, agora, jogando fora todo e qualquer cubinho, pozinho, floquinho de tempero pronto processado. Estes deliciosos temperos que transformam a nossa comida com “amor” são um grande veneno para a saúde. E não estou falando de dieta. Estou falando de colesterol, diabetes, pressão alta… Peso você pode perder ou ganhar. No caso destas doenças adquiridas você só tem a perder.

E trocar esses cubinhos por um tempero caseiro é mais barato e, com certeza, levará o mesmo tempo para prepará-lo que você gasta indo ao mercado para comprá-lo. Vamos apostar??? Se eu não ganhar sua saúde ganha! 😉

Sal de Ervas (Rende 250g)

Pequenas mudanças, grandes benefícios

Pequenas mudanças, grandes benefícios

Ingredientes:

1 xícara de sal rosa do himalaia (eu usei cristais)

1/4 de xícara de alho desidratado

1/4 de xícara de cebola desidratada

1/2 de xícara de folhinhas de alecrim, tomilho e salsa desidratada

Ervas aromáticas transformam o sabor do sal

Ervas aromáticas transformam o sabor do sal

Modo de Preparo:

No processador de alimentos processar todos os ingredientes até que fiquem bem moídos com consistência fina/média.

Guardar em um pote de vidro fechado hermeticamente.

A troca do sal refinado pelo sal rosa já é um grande começo!

A troca do sal refinado pelo sal rosa já é um grande começo!

DICAS:

  1. Qualquer erva poderá ser utilizada nesta preparação. Mas atenção: se for utilizar ervas frescas com alto teor de água (salsa, manjericão, hortelã) a preparação ficará com uma consistência mais pastosa. Neste caso o ideal é guardar na geladeira para evitar a criação de bolor.
  2. Usei o sal rosa do himalaia por conter mais benefícios que o sal marinho e o sal refinado. Afinal, queremos ser mais saudáveis, não é mesmo? Mas você poderá usar qualquer sal nesta preparação. O ideal é manter a proporção de sal = ervas e condimentos. Mas se o sal for refinado reduzir pela metade.
  3. As ervas e temperos desidratados você encontra na zona cerealista por 1/4 do preço do supermercado. E o passeio é delicioso!

Alimentação Consciente [Mindfullness – Receita para a Vida]

Comecei a meditar. Precisava de um estímulo para seguir em frente sem pirar. Os braços já estavam curtos para segurar tudo aquilo que eu tinha assumido. Não sabia ao certo se, com a idade, este é um fenômeno ou se eu tinha assumido muito mais responsabilidade do que eu conseguiria dar conta. Na verdade, eu sabia. Só não conseguia aceitar…

Por isso fui parar numa sala de meditação. Mas nunca fui de acender incensos, nem de fazer ioga. O mundo lá fora está correndo muito rápido para eu desacelerar. Foi aí que descobri a técnica de Mindfulness. Em uma frase simples, esta técnica é ter “a capacidade de se lembrar”, é a ideia é de estarmos conscientes do que se passa no nosso corpo, na nossa mente, nos nossos pensamentos e nas nossas emoções. Ou seja, de nos lembrarmos de prestar atenção, a ter consciência de nós próprios. Atenção Plena, para sair do automático e estar presente em nossa totalidade numa situação seja ela boa, ou um caos.

Atenção Plena no Presente!

Atenção Plena no Presente!

E lendo muito sobre isto encontrei algumas matérias sobre alimentação consciente, no sentido de não simplesmente mastigarmos e nos nutrirmos. Mas saber o que aquele alimento gera em nós em termos de sentimentos conscientes.

Uma das matérias que li, muito interessante, foi destaque em um artigo do New York Times no ano passado, em que o jornalista Jeff Gordinier visitou um monastério budista, onde os praticantes foram incentivados a comer em silêncio, e mastigar cada pedaço de alimentos como explorando os seus sabores, texturas e cheiros nos mínimos detalhes. Mas comer consciente não tem que ser uma questão de tudo ou nada.

Na verdade, como o artigo de New York Times afirmou, há uma abundância de formas de trabalhar mindfulness em seus hábitos alimentares diários, sem a necessidade de se tornar um monge budista, ou mastigar uma uva passa por três dias seguidos.

Um estudo, por exemplo, acompanhou mais de 1.400 pessoas que praticaram mindful eating (alimentação consciente) e todos mostraram ter menor peso corporal, uma maior sensação de bem-estar, e menos sintomas de transtornos alimentares após a prática. Mas comer consciente só irá funcionar para você puder torná-lo compatível com o seu estilo de vida.

Aqui vão algumas dicas favoritas para introduzir mindfulness em suas refeições de uma forma fácil, acessível e sem ter que transcender a outro estado de espírito!

Coma mais devagar

Comer devagar não significa que você precisa ir ao extremo da mastigação. Ainda assim, é uma boa idéia para lembrar que a alimentação não é uma corrida. Dedicar tempo para saborear e apreciar a sua comida é uma das coisas mais saudáveis que você pode fazer. Por isso programe-se para fazer sua refeição. Dê o tempo necessário para ela. Neste ritual você estará mais propenso a perceber quando está satisfeito e mastigar os alimentos por um pouco mais de tempo ajudará significativamente a digeri-lo mais facilmente, e você provavelmente irá se surpreender com sabores que poderiam ter passado desabercebido. Se você tem filhos pequenos, por que não tentar fazer um jogo? Quem consegue mastigar os alimentos por mais tempo? Ou comer com hashi, pauzinhos japoneses, pode ser uma forma divertida de retardar as coisas.

Devagar e Sempre, porém focada no hoje!

Devagar e Sempre, porém focada no hoje!

Saboreie o silêncio

Comer em completo silêncio pode ser impossível para uma família com crianças, eu sei. Mas você ainda pode encorajar algum tempo de silêncio e reflexão. Mais uma vez, tente introduzir a idéia como um jogo – “vamos ver se podemos comer por dois minutos sem falar” – ou sugerindo que uma refeição por semana seja apreciado em relativo silêncio e depois todos os pensamentos que surgiram naquela refeição possam virar uma história. Se a hora da refeição da família é um momento muito importante para uma conversa, para falar do que aconteceu no dia, na escola ou no trabalho, considere a introdução dessa na sua hora do lanche ou num momento em que coma sem companhia.

Ainda que seja só uma xícara de chá...

Ainda que seja só uma xícara de chá…

Saborear seu chá ou café em completo silêncio quando ela está muito ocupado para uma refeição consciente completa, já vale uns minutos de meditação!

Silencie o telefone. Desligue a TV.

Acho que esta é a dica mais difícil hoje em dia, principalmente para muitos de nós que trabalha divulgando fotos de lugares e comida. Nossas vidas diárias são cheias de distrações e não é incomum comermos com a TV ligada ou um membro da família brincando com seu telefone. Considere fazer a hora da família em alguma refeição do dia. Aquele momento em que todos se sentam a mesa, sem eletrônicos, sem discussões ou confusão. Claro que os momentos de pizza em frente a TV vendo o jogo de futebol acontecerá. Mas a escolha da alimentação consciente deve ser uma regra, não a exceção.

Momento de Gratidão. Pratique!

Momento de Gratidão. Pratique!

Preste atenção ao sabor

O azedo de um limão, o picante da rúcula, o crocante de uma massa de pizza… prestar atenção aos detalhes de nossa alimentação pode ser uma ótima maneira de começar a comer conscientemente. Afinal, quando você come em movimento ou devora suas refeições em cinco minutos, pode ser difícil perceber o que você está mesmo comendo, e muito menos verdadeiramente saborear todas as diferentes sensações de comê-lo.  Você está, apenas, matando a fome. Se você está tentando introduzir alimentação consciente na sua vida, considere pensar mais sobre os sabores e texturas dos alimentos. Em casa, pergunte aos seus filhos qual o gosto do abacate ou como é a textura do brigadeiro na boca. Além da percepção gustativa com certeza o vocabulário a criançada terá um avanço!! 😉

Nosso cérebro é um catálogo de informações que precisamos ordenar

Nosso cérebro é um catálogo de informações que precisamos ordenar

Conheça o alimento

Mindful Eating é, realmente, uma técnica para reavivar o relacionamento com a nossa comida. Plantar uma horta, ou assar o seu próprio pão de fermento natural, ou ainda visitar o produtor local, são atos que nós, defensores do alimento justo e limpo fazemos há anos. Mas não são apenas maneiras de cortar o nosso foodprint de carbono. Temos, também, que nos conectar com a história por trás da nossa comida. Mesmo quando você não tem a mínima idéia de onde o alimento que você está comendo veio, tente questionar a si mesmo sobre: quem plantou isso? Como? De onde veio? Como chegou até aqui? Tenha certeza, você não só vai ter uma gratidão maior pelo alimento, mas também vai notar mudanças nos seus hábitos de compras e desperdícios.

Conheça as suas escolhas

Conheça as suas escolhas

Como eu disse, alimentação consciente não tem de ser um exercício de concentração de super-humano, mas sim um compromisso simples de apreciar, respeitar e, acima de tudo, desfrutar a comida que você come todos os dias. Pode ser praticado com salada ou um sorvete, brigadeiro ou tofu, e você pode praticar em casa, no trabalho, ou até mesmo quando come uma coxinha no caminho para a academia. Mas preste atenção. Coma com prazer. Com a consciência do que está fazendo.

E quando o foco se torna como você come e não o que você come, você perceberá que as coisas que você deseja comer mudarão dramaticamente. Para Melhor!

Você escolhe o alimento que ingere, mas ele determinará quem você é!

Você escolhe o alimento que ingere, mas ele determinará quem você é!

A Assertiva Mindfullness, empresa onde faço meu curso de meditação tem um workshop bastante interessante sobre o assunto para quem tiver mais interesse. E assim que eu for descobrindo novos textos bacanas posto aqui!

“Sorria, você está sendo” 🙂

Uma receita encomendada [Baechu Kimchi]

Nos idos de 2013 trabalhei na produção e testes de receitas para um programa de tv. Não sei porque, mas o episódio sobre culinária coreana caiu no meu colo. Talvez porque eu acabara de voltar de uma viagem incrível pela China.

Achei o projeto muito interessante e lá fui eu pesquisar a culinária de um país que estava muito presente na cidade de São Paulo. Entre tantas viagens ao bairro do Bom Retiro, pesquisas na internet, onde descobri o delicioso e lindo programa de tv Kimchi Chronicles, do Chef Jean-Georges Vongerichten e sua esposa, e uma nova paixão: Kimchi!

O kimchi faz parte da família dos picles e fermentados. É parecido com o chucrute da Alemanha, o paocai da China, o tsukemono do Japão, o achar da Índia e os picles de outras regiões. Ele serve como acompanhamento de outros alimentos, principalmente do arroz. Para os coreanos, kimchi com arroz combina tão bem quanto pão com manteiga ou arroz com feijão em nossa cultura. O sabor neutro do arroz se completa com os sabores picante e ao mesmo tempo salgado e acre do kimchi.

Já havia comido no México através de uma amiga coreana que me apresentou a esta delícia que é uma constante na hora da refeição. Assim como nosso pãozinho, dificilmente uma mesa coreana não terá um bowl da conserva para compartilhar.

Depois da paixão não tem mais volta! Mas como é uma comida apimentada e fermentada é “ame-o ou deixe-o”! Vou mostrar para vocês a versão clássica e mais simples para os iniciantes nesta jornada. E aconselho a que comam fresco ou logo no primeiro dia de fermentação e aos poucos arrisquem mais!

E tenho que confessar que esta não seria uma receita tão óbvia para eu postar aqui porque, apesar de deliciosa, é muito peculiar. Mas a querida autora do blog A Mesa da Carolina, que me deu esta receita de Conserva de Funcho e Maçã Verde adora kimchi e resolvi presenteá-la, também!

Baechu Kiimchi – Kimchi de Acelga (Serve 8 porções)

Kimchi. Ame-o ou deixe-o!

Kimchi. Ame-o ou deixe-o!

*Esta receita eu adaptei do programa de TV Korean Chronicles 

Ingredientes:

1 cabeça de acelga chinesa (descarte as folhas verde escuras)

1 1/2 xícaras de sal

1 litro de água

1 colher de sopa de fécula de arroz

5 dentes de alho amassados

1 pedaço de aproximadamente 3 cm de gengibre fresco, ralado

1/4 de pera asiática, descascada e cortada em cubos

1/4 de cebola cortada em cubos

200g de rabanete chinês

1 xícara de gochugaru (pimenta coreana em pó)

1/2 xícara de molho de peixe

2 colheres de sopa de açucar

6 cebolinhas verdes cortadas na diagonal, aproximadamente 5 cm de comprimento

Modo de Preparo:

Corte a acelga em metades ou quartos e retire a parte mais dura da haste.

Em uma tigela grande misture a água com 1/2 xícara de sal e mergulhe os pedaços de acelga. Cuidadosamente separe as folhas e certifique-se de que as bases mais duras das folhas fiquem mergulhadas na água. Deixe descansar por 15 minutos.

Escorra a acelga e, em seguida, espalhe uma leve camada de sal sobre cada folha, certificando-se de que as hastes mais duras tenham bastante sal. Cubra e deixe descansar por 5 horas. Isso fará com que as folhas e talos fiquem bem suaves

Enquanto isso comece a preparar a marinada. Em uma panela misture ½ xícara de água com uma colher de farinha de arroz. Misture vigorosamente até dissolver e cozinhe em fogo baixo para formar um pasta branca e translúcida, como um mingau. Deixe esfriar.

Após transcorridas as 5 horas lave muito bem a acelga para retirar todo o sal. As folhas devem estar murchas, porém as hastes ainda deverão estar crocantes. Escorra para retirar o excesso de água, torcendo os pedaços de acelga – como se torce roupa!

Num processador de alimentos bata o alho, o gengibre, a pera, a cebola e o rabanete chinês até formar um purê. Junte esta mistura ao mingau de arroz já frio e acrescente o gochugaru, o molho de peixe, o açucar e a cebolinha verde. Misture para obter uma pasta homogênea.

Uma receita laboriosa mas que envolve muito amor!

Uma receita laboriosa mas que envolve muito amor!

Com o auxílio de um pincel, ou usando luvas descartáveis, cubra cada folha de acelga, já escorrida, com essa marinada e vá fazendo camadas em um pote de plástico ou vidro que tenha tampa hermética. Feche bem e guarde por 3 dias em um lugar fresco e escuro para iniciar o processo de fermentação. Caso queira o kimchi poderá ser consumido fresco. Corte em pedaços de uns 4 dedos e sirva!

Guarde na geladeira e consuma em até 3 meses.

Um clássico na mesa da culinária coreana (ao fundo bolinhos de caranguejo)

Um clássico na mesa da culinária coreana (ao fundo bolinhos de caranguejo)

DICAS:

  1. Aqui em São Paulo, no Bairro do Bom Retiro, todos estes ingredientes são facilmente encontrados.
  2. Eu já substitui a acelga por repolho e ficou bom!

#ColetivoGastronômico [Tortinhas de Maçã em Flor com Creme Inglês]

Confesso que o Outono é minha estação do ano preferida. Mas quando o #ColetivoGastronômico resolveu estabelecer que no mês de Setembro homenagearíamos a Primavera dei pulos!

Para a comida não há estação melhor. Eu adoro. O Outono significa frutos, colheita, mas não por aqui onde temos quase tudo o ano todo! A Primavera estabelece o final do Inverno, da hibernação, o renascimento. Da terra improdutiva e inerte faz-se a vida!

E queria uma receita que estivesse muito ligada ao tema, que seria Chá de Primavera. Hummm. Me inspirei nas maravilhosas casas de chá londrinas, com seus scones, geléias e lady fingers – conto um pouco de tudo isso aqui. E queria que tivesse muita flor! E comestível.

Todo este sonho caiu por terra quando percebi que havia perdido a noção do tempo e já era o dia de escrever este post, fazer a receita, fotografar, editar… O que fazer então? Plim! Há tempos queria fazer uma sobremesa, que para mim é a delicadeza e perfeição de um prato doce, e ao mesmo tempo não requer NENHUMA destreza confeiteira (meu caso, em particular). Além de ser muito barata. É quase impossível de acreditar, mas é da sobremesa desta foto que eu estou falando!

Tortinhas e Maçã em Flor com Creme Inglês (Serve 8)

Para impressionar em qualquer

Para impressionar em qualquer “Batalha do Confeiteiros”

Ingredientes:

2 maçãs pequenas, cortadas ao meio no sentido do cabinho, sem o miolo (eu usei a maçãzinha da Turma da Monica)

Suco de 1 limão

1/2 folha de massa folhada comprada pronta (usei Arosa)

2 colheres de sopa de geléia de sua preferencia (usei de Laranja com Gengibre porque tinha na geladeira e ficou divina!)

Pitada de Canela

500ml de leite integral

1/2 xícara de açúcar refinado

4 gemas

1/2 fava de baunilha ou 1 colher de chá de essência de baunilha

Mise en Place fácil e barato

Mise en Place fácil e barato

Modo de Preparo:

Aqueça o forno a 180 graus.

Corte as metades das maçãs em fatias de aproximadamente 2mm. Não caia na tentação (eu cai!) de usar um fatiador ou uma mandolina pois ficarão muito finas e queimarão no forno.

Não corte fatias muito finas de maçã pois queimarão no forno... :(

Não corte fatias muito finas de maçã pois queimarão no forno… 😦

Coloque em um refratário, acrescente o suco de limão, cubra com água e leve ao microondas por 1 minutos em potência máxima. As fatias ficarão levemente cozidas e mais maleáveis, assim não quebrarão na hora de enrolar a massa.

Abra a massa bem fininha. Esta sim! Quanto mais fina melhor, pois como ficará toda enroladinha não correrá o risco de acabar com uma massa crua no centro da tortinha. Depois de aberta, corte tiras de, aproximadamente 2 dedos de largura. Pincele a geléia e polvilhe um pouquinho de canela. Disponha as “meias luas” de maçã levemente intercaladas, e deixe um dedo antes de terminar a massa. Enrole a massa com cuidado. Quanto mais apertado enrolar mais parecido com um botão ficará a sua tortinha. Mas frouxa, mais desabrochada!

Corte tiras de 2 dedos de largura, pincele com geléia e polvilhe com canela

Corte tiras de 2 dedos de largura, pincele com geléia e polvilhe com canela

Sobreponha as fatias de maçãs para fazer o efeito

Sobreponha as fatias de maçãs para fazer o efeito “pétalas”

Coloque as tortinhas em assadeiras para cupcakes ou forminhas de empada. Isto evita que se abram quando estiverem no forno e mantem a forma.

Enrole as tiras de massa. Quanto mais apertada, mais

Enrole as tiras de massa. Quanto mais apertada, mais “fechada” ficará tua rosa

Leve ao forno por 30 minutos. Dê uma olhadinha a partir de 25 minutos para evitar que queimem já que as temperaturas dos fornos podem variar.

Enquanto as tortinhas estão no forno faça o creme inglês. Coloque o leite em uma panela e adicione metade do açúcar e a fava de açucar se estiver usando. Misture bem e leve ao fogo até ferver.

Em uma tigela, misture a outra metade do açúcar com as gemas. Bata bem até formar um creme esbranquiçado. Coloque uma concha do leite fervido no recipiente com gemas batidas com açúcar. Misture bem rápido para as gemas não cozinharem e formarem grumos. Esta etapa é feita com somente uma parte do leite fervido para “temperar” as gemas. Se todo o leite fervido for adicionado de uma só vez, as gemas podem talhar.

Quando as gemas estiverem bem misturadas ao leite, junte-as com o restante de leite que está na panela. Leve a panela ao fogo baixo, mexendo sem parar até engrossar levemente. Nunca cozinhe o creme inglês em fogo médio/alto, se a gema cozinhar rápido demais o creme irá talhar e teremos uma gemada! 😉 Por último, junte a essência de baunilha, se não usar a fava. Deixe amornar.

É Primavera, Te Amo!

É Primavera, Te Amo!

Coloque uma camada do creme inglês morno em um prato, preferencialmente fundo. Disponha uma tortinha sobre o creme inglês e sirva em seguida. Eu ainda decorei com um pau de canela e uma flor de violeta comestível!

Primavera, seja muito bem vinda!

“Trago Esta Rosa Para Lhe Dar!”

DICAS:

  1. Acho que o nosso jardim pode ficar ainda mais colorido com fatias de pêssego, ameixa, pera. E porque não umas tortinhas salgadas de abobrinha, berinjela e tomate? Experimente e conte aqui como ficou!

E para se deliciar com outras receitas para o seu Chá de Primavera visite os blogs participantes do #ColetivoGastronômico:

E este painel? Não é para morrer de amores?

E este painel? Não é para morrer de amores?

Cozinha Autoral – Quiche de Cebolas Carameladas e Batatas

Ana Claudia na Cozinha – Torta de Chester com Requeijão

Na Cozinha da Gertrudes – Baguete de Calabresa

Panela e Paixão – Bolo de Milho com Calda de Goiabada

Mosaico de Receitas – Donuts Assados

Se Eu fiz Você faz – Panna Cotta de Baunilha com Calda de Goiaba

O que temos hoje, Elisa? – Tiramisu Rápido

Burburinho na Cozinha – Torta Mousse de Capim Santo com Massa de Aveia

Artes da Mel – Torta de Berinjela com Queijo Meia Cura

Lab Culinário – Bolo de Tangerina com Sementes de Papoula