Todo labirinto tem uma saída. Escolha a sua!

A vida é cheia de som e fúria. Gosto muito desta frase e já escrevi aqui no blog algumas vezes. Mas discordo um tanto de Shakespeare. Para mim, é uma montanha russa; um zig-zag; um labirinto com apenas uma saída final. Mas o caminho até lá somos nós que escolhemos!

Passei 96 horas sem conexão de internet. Nas primeiras 24 horas foi estressante. Mas aos poucos relaxei e percebi o quanto me fez bem. Só fiquei triste de não poder compartilhar esses 4 dias de aventura em “tempo real” aqui no blog ou no Instagram. Mas este é o modo de vida ganês que eu estava procurando. Ir a fundo.

Pensei muito sobre como o post anterior me afetou psicologicamente. Achei que ficaria deprimida por muito tempo. Mas foi só embarcar em uma aventura num 4×4 com duas amigas e 2 guias locais* que tudo mudou. A montanha russa deixou de ser amedrontadora para ser divertida. O labirinto, desafiador. Porém eu sabia que sempre haveria uma saída!

Fomos conhecer a região de Akosombo e do Lago Volta, o maior lago do mundo feito pelo homem,  com uma área de superfície de cerca de 8.502 km².

A primeira parada foi na Reserva Ecológica de Shai Hills. Desde 1962 é uma reserva ecológica e um lar para babuínos, antílopes e avestruzes. A área protegida foi lar do povo da antiga tribo Shai  antes de serem expulsos pelos britânicos em 1892. Restos de obras da tribo ainda podem ser encontrados na reserva.

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Por lá pudemos ver alguns babuínos e escalar algumas pedras de onde tivemos a visão de uma paisagem de perder o fôlego. E foi só; nenhum outro animal. Mas ainda tínhamos um dia todo pela frente e um incrível passeio de barco pelo lago. Não sei porque, mas quis descer por um lado diferente daquele que havíamos escalado. E, de repente, surgiu na nossa frente um enorme Baobá. Lindo, frondoso, cheio de frutos. Os frutos** da vida. E um outro. E mais um! Fiquei ali uns segundos pensando que, na verdade, existem várias saídas para um labirinto. Cabe a nós a decisão de qual escolher…

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"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas" 
"E um baobá, se a gente custa a descobri-lo, nunca mais se livra 
dele"

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Apesar dos infortúnios que viriam pela frente, por aqui escolhemos 4 dias de felicidade! Após deixarmos um hotel 5* onde almoçamos e partir para um hotel sem estrelas e nem água para o banho (!) embarcamos num barquinho para conhecer o lago Volta, os pequenos vilarejos de pescadores ao redor e a felicidade do nosso “capitão” que por anos faz este passeio sentado na mesma cadeirinha todos os dias.

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Ako9 Ako8A vista de um lindo por-do-sol nos deu a esperança de um amanhã cheio de sorrisos de uma gente que não se cansa de tentar ser feliz.

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* Adventures Junkies foi a agência que contratamos para nossa viagem e a qual recomendamos, muito!

** O fruto do Baobá contém seis vezes mais vitamina C, que laranjas, duas vezes mais cálcio que o leite, e abundância de vitaminas do complexo B, magnésio, ferro, fósforo, e antioxidantes.

Os Mercados de Accra

Já faz alguns dias que eu escrevi meu ultimo post. Estive ocupada e os sentimentos aqui na Africa ficam aflorados. Inspiração não falta. Falta coragem o suficiente para voltar e reviver alguns deles..

A semana foi cheia de trabalho, o que foi bom. Fiz uma degustação de comida de boteco para o restaurante e foi um sucesso. Merece um post exclusivo. Mas não hoje. Hoje vou falar sobre os mercados locais que visitei. Estes que me deixaram pensando muito. Pensando na vida que é tão similar e tão diferente ao mesmo tempo. Conversando com meu marido e mostrando as fotos ele só disse: “Periferia de Recife”. Mas não. Para mim o sentimento não foi esse. Não sei. Já estive lá e cá. E o cá me impressionou muito…

Os mercados de Agblogboshie e Makola são duas gigantes favelas a céu aberto. Uma das funcionárias do restaurante, A Emília, foi nosso “guia”. Sua avó costuma vender no mercado. Labirintos de vielas com esgoto e pobreza. Gente vendendo, gente comprando. Quiabo, peixe seco, dendê, caracóis, pele de boi, tomate, roupas e o que mais os consumidores estiverem dispostos a comprar.

Andamos por 3 horas e a paisagem não mudava. Às vezes melhorava um pouco, mas sempre essa mesma miséria que estamos acostumados a ver. Mas não a conviver. Essa é a África de verdade. A àfrica que deu origens a nosso povo. Estar aqui me fez entender muito as nossas origens. Queremos fugir para Miami, para a Riviera mas estamos arraigados aqui.

Ao final do dia, que para mim foi um choque, eu estava exausta. Emocionalmente acabada. E as pessoas ao meu redor continuavam a vender e comprar. A comprar e vender. Emília estava feliz. Esta é sua vida, sua cultura. E até entendermos esta cultura seremos o que somos.

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A Vila de David

Estou na África. E antes que você pergunte onde estão as zebras, girafas, leões e savanas, vou desapontá-lo. Estou na África Ocidental, a África sub-saariana. A África Verde. A África de praias, coco, milho, arroz, palmeiras e cacau. Aqui, os animais que cruzam as ruas são cabras e bodes…

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É uma África verde. Muito verde. É uma África pobre. Muito pobre. Sempre li que entrar na África por Ghana é um bom começo. Fico imaginando o que será pior. Estou em Accra, a capital do nono país africano (são 54 no total) em BIP e a infra-estrutura é precária. Além das avenidas principais poucas são as ruas com asfalto. Saneamento básico também é outro item escasso. É um Brasil de muitas décadas atrás. É triste ter viajado para vários continentes deste mundão e ver que este aqui foi esquecido… Mas é bom saber que o povo não se sente tanto assim. Há alegria. Há esperança. Há sorrisos espalhados por estes 27 milhões de habitantes. E é sobre isso que vou falar aqui.

Ontem saímos para conhecer um vilarejo onde se produz palmeiras e cacau. Após percorrer 30km ao noroeste de Accra e passar a cidade de Kasoa, um ponto de comércio como nunca havia visto nada igual, a paisagem da viagem é totalmente rural. Foram 180 quilômetros em 4 horas de viagem, R$ 0,50 de pedágio, 3 paradas policiais para propinas. E isto somente na ida! Um verdadeiro rally.

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David é um dos motoristas da empresa de restaurantes onde trabalha a minha amiga. E ele estava designado para nos levar nesta que seria uma das mais incríveis aventuras da minha vida. E talvez a dele, também. Mas disso eu não sabia.

A primeira parada foi em Akim Oda para ver a Big Tree. Esta é, supostamente, a maior árvore da África Ocidental, medindo 66 metros de altura com um perímetro de cerca de 11 metros. São nove reservas florestais em toda a região e um verde de perder o fôlego. Mas infelizmente a área florestal caiu 8,2 milhões de hectares e continua a diminuir rapidamente devido à demanda tanto para as exportações quanto para a construção. Plantações florestais estão sendo introduzidas nas proximidades Akim Oda e poderá ajudar a reverter este declínio.

Cocoa1Cocoa2Cocoa3Deixamos Akim Oda e partimos em direção a pequena plantação de palmeiras onde trabalha o pai do David, produzindo o vinho da palmeira. É uma bebida muito comum por aqui. Pode-se tomá-lo como um suco, na primeira extração, ou fermentado, como uma aguardente.

Ao chegarmos na plantação, um senhor pequeno e bem apessoado aproximou-se de David e lhe deu a mão. Os olhos de ambos se encheram de lágrimas. “Este é meu pai”, disse o motorista. Vendo a emoção, perguntei há quanto tempo não se encontravam e ele me disse que faz aproximadamente 4 anos que o havia visto pela última vez. Sugeri um abraço. Ele pediu licença e abraçou o pai. Sorriu e lhe deu um beijo na testa. E eu virei o rosto pois já não conseguia conter a lágrimas. David deixou a vila para estudar e trabalhar em Accra. Quando saiu de lá na última visita, seu irmão mais novo tinha acabado de nascer.

Cocoa7A extração do vinho da palmeira é muito similar à extração da seringueira. A seiva é extraída e recolhida em um recipiente que é fixado logo abaixo da planta onde há um orifício por onde drena. O líquido branco da primeira extração tende a ser muito doce e não-alcoólico antes de ser fermentado. Lembra um pouco o sabor de água de coco.

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Seu pai vive desta extração e de algumas sacas de cacau que provém de sua pequena fazenda. Sua ideia é montar sua própria lojinha para vender o vinho da palmeira já que muitos turistas vem visitá-lo e conhecer seu business. São 4 pessoas ao todo que trabalham ali ajudando diariamente na produção.

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Neste mesmo pedaço de terra vivem outras famílias que produzem fufu e banku para venda no mercado local. Fufu e Banku são comidas muito tradicionais na culinária africana. Pode-se compará-los ao nosso pão. São feitos de mandioca e banana da terra e mandioca e farinha de milho, respectivamente. São pilados até formar uma massa depois cozidos em forma de bolas e tradicionalmente comidos com um caldo grosso que pode conter peixe, tomate, óleos e carne.

Cocoa15Cocoa16Após deixarmos a plantação de palmeiras fomos para a pequena fazenda de cacau. A terra é bem pequena, mas rende o sustendo da família. É um processo totalmente artesanal e orgânico. O pai de David está em busca de parceiros e investimentos para espalhar suas sementes por mais terra. Mas o dinheiro é escasso. Ele recebe GH$ 200 pela saca de grãos de cacau seco, o que equivale a R$ 159,00. A cotação no Brasil hoje está em R$ 480,00 (Fonte: http://www.mercadodocacau.com.br). Infelizmente ele ainda não está no mercado Fair Trade. Hoje Ghana é o 3o. país produtor de cacau, com 17% da produção mundial.

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E o que seria melhor que almoçar – estávamos até então sem comida, nem ida ao banheiro! 😉 – cacau colhido fresquíssimo do pé. Uma delícia!

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O restante da família também trabalha na lavoura plantando, colhendo, secando e fazendo o transporte do cacau. É realmente uma produção familiar.

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E lá fomos conhecer a vila e a família envolvida neste trabalho. Foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida. Ao chegarmos na casa onde vivem todos, irmãos, primos, nanas (patriarcas das famílias), esposas fomos recebidos por um bando de crianças que brincavam no pátio. Ao nos verem começaram a gritar e correr. Eu achei que fosse por ver David; mas não. Elas gritavam Obruni, obruni, obruni, o que quer dizer pessoa branca, turista. Vieram todas nos rodear e sorriam como se eu fosse a Fada Madrinha. Sorri de volta e assim começou uma corrente de sorrisos e gargalhadas. Meu coração batia a mil por hora. Corri atrás de todas elas e em questão de segundos pulávamos e cantávamos pelo pátio. Foi um momento que eu não consigo descrever aqui. E sentada na frente deste computador agora, a saudade daqueles sorrisos e abraços me assolam. Tenho certeza que eles já não se lembram disso. Mas é algo que nunca esquecerei na minha vida.

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Agradeci ao David pelo dia incrível em sua vila. E ele me disse: “Se a senhora está feliz, eu estou mil vezes mais. Eu é que tenho que lhe agradecer por ter a oportunidade de fazer parte deste momento. Deve ser o dia mais feliz da minha vida…”

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Sobolo [Chá de Hibisco]

Enquanto no Brasil estamos descobrindo o chá de hibisco, o suco, água aromatizada e outras ramificações, aqui em Ghana é uma bebida local.

Sobolo, como é conhecido por aqui é uma bebida refrescante feita das flores do hibisco e muita especiaria. Você encontra em qualquer lugar; nas barraquinhas de rua, nos restaurantes, na casa dos locais. É possível comprar a mistura pronta, mas também é muito fácil de preparar o seu próprio. 

Sobolo: a bebida nacional!

Sobolo: a bebida nacional!

A receita é um tanto secreta, mas esta que trago para vocês foi a mais próxima que consegui chegar deste delicioso e spicy drink!

E o seu uso não para aí. No restaurante Coco Lounge o sobolo é utilizado na deliciosa Sobolita: Margarita de Sobolo! Cheers!

Sobolo (Rende 2,5 litros)

Folhas de hibisco secas

Folhas de hibisco secas

Ingredientes:

200gr de flores de hibisco secas

11 xícara de água (aprox. 2,640ml)

1 xícara de açúcar

10 cravos da Índia amassados

2 pedaços de gengibre fresco ralado

1/2 xícara de suco de limão

Modo de Preparo:

Coloque todos os ingredientes, exceto o açúcar e 1 xícara de água, em uma panela alta. Isto é importante porque a mistura tende a espumar, borbulhar e transbordar.

Leve ao fogo e ferva durante aproximadamente 30 minutos ou até que as folhas adquiram um aspecto esbranquiçado. Desligue o fogo, tampe e deixe em infusão por, pelo menos 5 horas. O ideal é deixar em infusão por toda uma noite.

Com a xícara de água restante e o açúcar prepare um xarope. Leve ao fogo e deixe ferver em fogo baixo até que o açúcar se dissolva por completo. Isso deve levar uns 2 minutos.

Coe a mistura e adoce com o xarope.  Adicione cubos de gelo e desfrute sua bebida! Geniet jou drink como diriam os ganeses!

Sobolita (Serve 1 drink)

Sobolita = Margaritas de Sobolo

Sobolita = Margaritas de Sobolo

Ingredientes:

50ml de Sobolo

50ml de Tequila Don Julio Blanco

25ml de suco de limão

10ml de xarope de açúcar

Gelo

Sal e rodela de limão para decorar

Modo de Preparo:

Na coqueteleira misture todo os ingredientes, exceto o sal e a rodela de limão. Coloque sal na borda do copo e despeje o coquetel sem o gelo. Decore com a rodela de limão.

DICAS:

  1. Se você costuma adoçar bebidas, sucos com açúcar a melhor maneira de fazê-lo é com o xarope de açúcar pois já estará dissolvido e não ficará no fundo do seu copo! A medida para preparar é 1×1.
  2. Você pode adicionar pedaços de frutas como abacaxi, laranja em rodelas, até mesmo pepino e fazer um delicioso coquetel de frutas com o sobolo.

A aventura começou!

E que aventura para um primeiro dia!!!

Chegar em Accra, capital de Ghana, na África Ocidental é fácil. Tem vários voos vindos de Londres, Nova Iorque, Johannesburgo… Passar na imigração são outros quinhentos… – não posso nem ouvir falar em quinhentos 😦

Apesar de já ter o visto para a entrada no país emitido, tive que esperar uns bons 40 minutos entre indas e vindas de oficiais do exército que fazem a checagem inicial antes mesmo da imigração. Levaram meu passaporte, meu visto, “meu sorriso, no sorriso dela, meu assunto”… E sem entender muito o que acontecia esperei ansiosa ouvindo palavras entre Twi (dileto local) e um inglês com um forte sotaque africano. Mas estava feliz. Afinal, aventura era o que eu queria! E tinha uma amiga, chefe de cozinha do maior conglomerado atual de restaurantes de Ghana, me esperando do lado de fora!

Minha querida amiga chefe de confeitaria concentrada em seu trabalho

Minha querida amiga chefe de confeitaria concentrada em seu trabalho

Após heat screening recebo meu passaporte e um “Akwaaba” = Seja Bem Vinda! Ufa!

A espera da mala, nem vou comentar porque levaria muito tempo para nada… 1h30m entre milhões de ganeses, milhões de malas e adivinhem? A minha única, pequena e singela mala foi uma das últimas a sair do avião e aterrissar na esteira. Mais um tanto de batimentos cardíacos acelerados e lá estava eu a caminho da porta para correr e abraçar minha querida amiga de longa data e muitas histórias de cozinha no porão de um restaurante em Londres!

E a primeira parada? Um consultório dentário!!! Aventura deveria ser mesmo meu nome do meio. Helena é muito singelo para mim! Tive um pequeno acidente enquanto comia – e brincava! – com minha deliciosa pata de lagosta do post anterior e “rachei” um dente! Na dúvida entre passar 3 semanas com este probleminha e morrer de dor de dente na África ou visitar um tandarts (dentista aqui) resolvi pela segunda opção. O que me deixou mais tranquila e mais pobre. Após USD 500 e ser “coroada” em um dental truck – sim, o consultório do MELHOR dentista de Ghana, que trata todas as embaixadas, era dentro de um trailer abandonado e adaptado – claro que o dentista não quis tirar uma foto comigo! – estava pronto para a minha estadia! Mas antes eu juro que fiz uma boa oração e pedi proteção a todos os santos e orixás. Afinal, estou na África!

Acredite se quiser este é o consultório onde recebi uma "coroa"...

Acredite se quiser; dentro deste trailer está o consultório onde recebi uma “coroa”…

A ideia inicial de vir para cá, além de matar as saudades de minha amiga, é conhecer os restaurantes em que ela trabalha, as cozinhas e a cultura local.

Akwaaba!!

Akwaaba!!

Começamos pelo Coco Lounge que é um restaurante de misturas. Um pouco de cozinha brasileira, mexicana e ganesa fazem deste lindo, cheio de estilo bem decorado espaço um novo favorito entre os locais e turistas. A ideia é ter um lugar bem despojado e a vontade, mas a decoração minimamente pensada causa uma impressão de estar em qualquer outra cidade cosmopolita do globo, menos em Accra. Não é nada do que os estereótipos podem dizer da África. E eu adorei tudo isso!

Espaço ultra moderno e aconchegante do Coco Lounge

Espaço ultra moderno e aconchegante do Coco Lounge

Luminárias de penas e garrafas cortadas. Um luxo!

Luminárias de penas e garrafas cortadas. Um luxo!

Claro que a ideia é visitar a África "propriamente dita"; mercados, 
lojas, comida local, o que 99,99% da população faz diariamente. Mas
um pouco de glamour depois de um dente rachado não faz mal a ninguém!
Adega para 900 garrafas dos rótulos mais nobres do restaurante

Adega para 900 garrafas dos rótulos mais nobres do restaurante

Sala para eventos privados patrocinada pela Dom Pérignon

Sala para eventos privados patrocinada pela Dom Pérignon

Uma mistura de culturas na decór

Uma mistura de culturas na decór

Além do ambiente, o serviço e a comida impressionam. Uma mistura de cozinhas da África do México e do Brasil encantam os comensais que lotam diariamente o restaurante tanto no almoço quanto no jantar. Como eu já conheço bem as cozinhas mexicanas e brasileiras 😉 fui de pratos mais africanos. Arroz é algo bem comum por aqui, e quando misturado com um molho bem apimentado formam uma deliciosa combinação com legumes e camarão ou carne.

Rice Bowls com beef, gengibre e muita pimenta!

Rice Bowls com beef, gengibre e muita pimenta!

Rice Bowls de Camarão e Legumes com muita pimenta

Rice Bowls de Camarão e Legumes com muita pimenta

De sobremesa fui do carro chefe da que sai da cozinha de pâtisserie da minha querida amiga Geisa: profiteroles deliciosamente crocante e com muito chocolate ganês por cima. Outro TOP 5 são os donuts: as bolinhas perfeitamente redondinhas, quentinhas e macias exalavam  um aroma suave de limão e também são servidos com uma calda quente de chocolate.

Sobremesa campeã; profiteroles com chocolate ganês

Sobremesa campeã; profiteroles com chocolate ganês

E para fechar com chave de ouro o café muito bem tirado adivinhem de onde? De Ghana, é claro!

Donuts, chocolate e café = paraíso africano!

Donuts, chocolate e café = paraíso africano!

Coco Lounge

Icon House
Stanbic Heights
Airport City – Accra –  0244 222202

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