A Vida pode ser mais Doce do que você imagina! [Carlo’s Bakery SP]

A convite da Journal, Assessoria de Imprensa da Carlo’s Bakery no Brasil, fui conhecer – finalmente – a nova casa do Cake Boss.

Eu já tinha tentado me aproximar daquelas vitrines maravilhosas por várias vezes, mas sem sucesso. Bem… Com muito sucesso. Para ele. As filas homéricas, que chegavam a mais de 1 hora de espera, não faziam parte do meu dia-a-dia.

Qual foi a minha felicidade quando recebi a ligação da super amável Luciana, dizendo que haveria uma possibilidade de eu entrar sem encarar a fila! [Deus existe e me achou!!!].

Eu já havia provado os doces maravilhosos do Cake Boss das unidades de Times Square e Philadelphia. Mas será que o santo da casa faz milagres, mesmo? E como!!

Cheguei cedo, assim que abriu a casa, e nem vi sombra de fila. Fui logo fotografando, filmando, quem viu no Stories do Instagram, com certeza babou muito na tela! E está na cara que ali não tem nada de milagres. Mas um trabalho bem feito e muito bem adaptado ao paladar doce, doce, doce do brasileiro. Ele soube acertar em cheio! O cupcake de paçoca, algo que não existe lá fora, é indubitavelmente um doce que ninguém deixa de arregalar os olhos ao ver essa delícia na vitrine.

Abra a boca e feche os olhos! Paçoca!

Mas com certeza, quem vai até lá não deixa de provar o canolli, seu carro chef e símbolo da doceria originaria italiana. Eu peguei os canolli “no flagra”, recém saídos da cozinha e sendo colocados na bandeja expositora. Mais frescos e crocantes impossível!

“Drop the Gun; take the Canolli”

Outro doce que eu não deixaria de provar se fosse você é o maravilhoso mousse de chocolate ou maracujá. Essa redoma cobre um maravilhoso creme aveludado que se espalha na boca de maneira sedosa e delicada. Impossível descrever em palavras. Vá já provar o seu!

Mousse de Chocolate ou Maracujá Sedosa e Delicada

Mas o Gran Finale, para mim, foi o Cupcake Red Velvet. Incrivelmente macio e umido, coisa que a maioria dos cupcakes da cidade deixam a desejar. E a cobertura de cream cheese estava na medida perfeita. Não muito doce, nem muito gordurosa. Simplesmente me levou aos céus e me fez voltar para a segunda mordida! E aquela outra cupcakeria americana que pretende colocar os pés em terras brazucas logo, logo, acaba de perder uma fiel (ex) cliente. Meu coração pertence ao Buddy!

I’m in Heaven!

Ainda levei para casa um Lobster Tail tradicional e de Chocolate, que foram devorados na minha ausência. I don’t care. Motivo para voltar!

Eu aconselho chegar cedo. Não peguei fila e os doces estavam fresquíssimos. A variedade era enorme e a vitrine estava bem abastecida.

Pretendo voltar num outro dia e horário para ver qual a impressão. Mas se fosse dar o veredicto final hoje, diria que SIM! Vale a pena!

R. Bela Cintra, 2182 – Jardins, São Paulo – SP

 

Cook it, do pote à mesa com muita qualidade

#ColetivoGastronômico traz Receitas de Família [Panquecas de Carne da Bisa Candu]

Receita de Família é algo muito controverso por aqui em casa. Minha mãe aprendeu a cozinhar com sua mãe. E eu com ela. Mas como estudei gastronomia sempre fazia algumas “alterações” nas receitas passadas de gerações. Coisas de foodie. E isso nunca foi um ponto pacífico por aqui.

Mas uma receita que nunca foi alterada – bem… quase! – foi a receita de panquecas de carne da minha avó, que chamávamos carinhosamente de Bisa Candú. Minha avó teve uma vida muito dura, criando, praticamente sozinha seus 5 filhos. Meu avó era caixeiro viajante e saia pelo mundo para ganhar o sustento da família. E era a Dona Candida que ficava a frente da família.

Me lembro de sua tortilla espanhola feita com vagens. E era assim que eu sempre imaginei que fosse. Anos depois, fui descobrir que a receita original leve batatas e cebola, mas que, provavelmente, na sua receita colocava vagem porque era a “xepa” da feira!

Esta receita de panquecas era um pedido unânime entre os netos. A carne bem temperada e “molhadinha” recheava uma massa fininha, quase uma renda, que nunca consegui reproduzir. Talvez fosse o segredo que levou com ela e que nunca saberei em vida! 😉

A receita é tão emblemática que foi parar nos murais do Museu da Imigração, na exposição Migrações à Mesa, onde o nosso caderno de receitas está exposto. Fica aqui o meu convite para visitá-la. Uma exposição linda, singela, feita com uma curadoria exemplar e cuidadosa, com muita história culinária para contar a partir do caderno de receitas de várias famílias paulistanas. Nós somos uma delas!!! 🙂

As panquecas da família ilustrando o mural da Exposição Migrações à Mesa

As panquecas da família ilustrando o mural da Exposição Migrações à Mesa

Panquecas de Carne da Bisa Candú (Serve 4 pessoas)

As melhores receitas são aquelas que te evocam boas lembranças

As melhores receitas são aquelas que te evocam boas lembranças

Ingredientes:

Para a massa:

240 ml de leite (1 xícara)

2 ovos inteiros

60 ml de óleo vegetal (1/4 de xícara de chá)

180 g de farinha de trigo (aproximadamente 1 e 1/2 xícaras de chá)

15 g de queijo parmesão ralado (3 colheres de sopa)

Para o recheio:

1 colher de sopa de azeite de oliva

500 g de carne moída (usei patinho)

1 cebola média picada finamente

2 dentes de alho picados

1 colher de sopa de cominho (está aí o seu segredo do recheio)

1 folha de louro

3 tomates italianos sem pele e sem semente picados ou “esmagados”, como a bisa fazia

1 xícara da azeitonas verdes sem caroço  – a Bisa adorava azeitonas, mas colocava com caroço!

sal e pimenta do reino a gosto

200 g de queijo queijo mussarela ralado para gratinar

Salsinha picada para finalizar

Modo de Preparo:

Começar preparando o recheio. Em uma panela colocar o azeite para aquecer e acrescentar a carne. Fritar em fogo bem alto, mexendo sempre, para que doure e não cozinhe soltando água. Adicionar a cebola e o alho e fritar bem, por uns 3 minutos. Tempere com o cominho, misturando sempre e adicione a folha de louro.

O segredo era o cominho... Será?

O segredo era o cominho… Será?

Reduza o fogo para médio e acrescente os tomates. A Bisa ia esmagando os pedaços de tomates com as costas da colher para se desfazerem no refogado. Deixe cozinhar em fogo baixo por 5 minutos, com a panela tampada.

Acrescente as azeitonas e tempere com sal e pimenta. Lembre-se que as azeitonas já são salgadas! Manere no sal.

Desligue o fogo e vamos à massa:

No liquidificador bata o leite, os ovos e o óleo. Acrescente o queijo ralado e a farinha aos poucos. Talvez você não precise usar toda a farinha. O ideal é uma massa com consistência quase líquida, para fazer uma panqueca bem fininha, como as da Bisa.

No fogão, aqueça uma frigideira anti aderente. Se você não confia no poder antiaderente de sua frigideira, unte com um pouco de óleo ou azeite passando com um papel toalha.

Coloque uma concha de massa na frigideira fazendo movimento circulares para que toda a superfície da frigideira esteja coberta. Deixe assar por 2 minutos. As bordas começarão a soltar. Com a ponta dos dedos, ou com a ajuda de uma espátula vire a panqueca e asse do outro lado.

A panqueca de rendinha

A panqueca de rendinha

Repita até usar toda a massa. A Bisa tinha muita prática e já ia recheando as panquecas enquanto uma outra estava assando. Mas você poderá empilhá-las num pratos e rechear odas de uma vez.

Coloque o recheio no meio da panqueca, com generosidade! E enrole-as formando um cilindro. Eu não gosto de fechar as bordas para que todos possa ver o recheio. Mas transfira com cuidado para um refratário, untado com um pouco de azeite para não sair o recheio pelas laterais.

As melhores receitas são aquelas que te evocam boas lembranças

As melhores receitas são aquelas que te evocam boas lembranças

Cubra com o queijo mussarela ralado e leve para gratinar por 5 minutos sob o grill do forno. Salpique salsinha e libere suas memórias gastronômicas! ❤

Uma homenagem a minha querida avó. Estamos aqui brindando em sua homenagem, Bisa Candú!

Uma homenagem a minha querida avó. Estamos aqui brindando em sua homenagem, Bisa Candú!

Para mais receitas de família acesse os blogs participantes do #Coletivo Gastronômico

#ColetivoGastronômico

#ColetivoGastronômico

Praticidade para uma Segunda Sem Carne [Polenta Cremosa com Cogumelos e Tomatinhos Confit]

Cada dia temos uma nova tarefa a ser cumprida na agenda da vida louca que levamos. Estamos sempre acrescentando tarefas. Nunca tirando… Isso é uma pena. A vida deveria ser mesmo levada de uma maneira mais leve. Mas são poucos aqueles que seguem este mantra. Uma pena.

Eu mesma tenho um roteiro diário que se inicia as 6 da manhã e segue dia adentro com pouco descanso, quase sem nenhum respiro: é filho, marido, casa, trabalho, blog, corre para eventos, almoço nos Jardins, café em Pinheiros, segunda sem carne, terça sem glúten, quarta… Ufa!

Tem dias que logo cedo já deixo o almoço pronto e o jantar adiantado. Será que vale a pena esticar tanto os braços para abraçar o mundo deste jeito? Confesso que ainda não cheguei a uma conclusão, mas parece que sim, pois se estou nessa!…

Mas uma ajuda sempre é muito bem vinda. Por isso que lancei os potes de comidas da #Cookit. Este não é um jaba, hein?!? 😀 Mas acredito muito no que faço, não só porque a idéia é boa, mas porque me ajuda mesmo! E pode te ajudar. O jantar já está pronto e ainda são 7:30 da manhã! É chegar em casa e aquecer. E tudo isso levou menos de 15 minutos, acreditem!

Por que não tentar você também? As vezes, tudo o que precisamos é de uma mãozinha. Let’s Cook it®!

Polenta Cremosa com Cogumelos e Tomatinhos Confitados (Serve 4)

Tá na mesa! E você prepara em 15 minutos.

Tá na mesa! E você prepara em 15 minutos.

Ingredientes:

1 pote de Polenta com Ervas de Provence Cook it®

Maravilha do mundo moderno!

Maravilha do mundo moderno!

1 bandeja de tomatinhos sweet grape ou cereja

2 dentes de alho

1 ramo de alecrim

1 ramo de tomilho

azeite de oliva, o quanto baste para cobrir os tomates

1 bandeja de cogumelos shimeji, cortados em floretes

1 dente de alho picado

Flor de Sal, o quanto baste

Pimenta do reino moída na hora, o quanto baste

Modo de Preparo:

Aqueça o forno a 120 graus.

Coloque o conteúdo do pote de polenta em uma panela. Acrescente água, conforme as instruções de preparo e mexa bem. Leve a panela o fogo e deixe cozinhar, em fogo baixo por 10 minutos.

Enquanto isso prepare os tomates. Coloque-os em uma assadeira, juntamente com os dentes de alho, as ervas e cubra com o azeite de oliva. Quanto mais rasa a assadeira menor quantidade de azeite você precisará. Leve ao forno por 10 a 15 minutos.

Uma conserva coringa para as horas de aperto

Uma conserva coringa para as horas de aperto

Para preparar os cogumelos utilize uma colher de sopa do azeite em que foram preparados os tomatinhos e aqueça em uma frigideira. Acrescente o alho e doure levemente. Acrescente os cogumelos e refogue até ficarem macios, mas al dente.

Para servir, coloque a polenta em uma travessa, cubra com os tomatinhos e os cogumelos. Regue com o azeite do confit de tomates e tempere com flor de sal e pimenta do reino.

A vida é prática e saborosa!

Guarde na geladeira por até 2 semanas e sirva com polenta, com torradas, com massa, com o que a criatividade mandar!

Guarde na geladeira por até 2 semanas e sirva com polenta, com torradas, com massa, com o que a criatividade mandar!

DICAS:

  1. Se você também preparar este prato com antecedência, cubra com papel alumínio e aqueça no forno a 150 graus por 10 minutos.
  2. Caso não utilize todo o tomate confitado, espere esfriar e guarde na geladeira em um pote de vidro – pode ser o pote da Polenta Cook it® – e cubra com o azeite. Consuma em até duas semanas
  3. Experimente toda a praticidade da linha Cook it www.cookitemcasa.com.br

#Coletivo Gastronômico no Aniversário de São Paulo [Feijão Tropeiro]

O primeiro post do #ColetivoGastronômico de 2017 não poderia ter outro intuito a não ser homenagear nossa querida metrópole. Hoje, para comemorar seus 463 resolvemos recriar receitas deliciosas que marcam todo a história culinária da cidade.

Eu fui lá atrás fazer umas pesquisas no século 17! E me deparei com a delícia do feijão tropeiro que era a alimentação básica das tropas que, desde o período colonial, transportavam as mais diversas mercadorias a cavalo ou em lombos de burros. Os homens que guiavam esses animais eram chamados de tropeiros. Traziam para São Paulo o gado do interior do país e voltavam carregados mandioca, bugigangas e badulaques.

A alimentação dos tropeiros era constituída basicamente por toucinho, feijão, farinha, pimenta, café, fubá e coité, um molho de vinagre com fruto cáustico espremido. Nos pousos, comiam feijão quase sem molho com pedaços de carne de sol e toucinho, que era servido com farofa e couve picada. Entendeu?? 😉 Tomavam um pouco de cachaça para evitar constipação e como remédio para picada de insetos.

Além de uma receita deliciosa e reconfortante, escolhi o feijão tropeiro para homenagear a cidade de São Paulo, pois, ainda pouco conhecidos pela população, os tropeiros vêm ganhando reconhecimento e podem virar Patrimônio Imaterial, pelo Iphan, e até Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Unesco. Para isso, será criado um banco de dados com diversas informações sobre a influência do tropeirismo. A ideia é que ali seja criado um centro de referência e documentação, aberto para pesquisas sobre o tema. Conhecimento nunca é demais! Agora, bora encher o bucho!

Feijão Tropeiro Paulistano (Serve 4)

Em homenagem a maior metrópole do país

Em homenagem a maior metrópole do país

Ingredientes:

500g de feijão carioquinha (ironia!!) cozido (reserve o caldo)

400g de carne seca

200g de bacon (eu usei o Bacon Extra Primor)

1 cebola cortada em cubinhos

3 dentes de alho picados

150g de linguiça (eu usei a linguiça portuguesa picante Primor)

1 maço de couve manteiga fatiada finamente

1 xícara de farinha de mandioca flocada

Sal e pimenta do reino a gosto

Cheiro verde

Pimenta de cheiro

3 ovos cozidos – Veja DICA

Não economize nos ingredientes. Os melhores te darão o melhor prato

Não economize nos ingredientes. Os melhores te darão o melhor prato

Modo de Preparo:

A primeira coisa a ser feita é cozinhar o feijão. Meu feijão estava bem novinho por isso não deixei de molho. Cozinhei na panela de pressão juntamente com a carne seca para aproveitar e dar sabor. Reservei o feijão e seu caldo e desfiei a carne.

Coloque uma panela de ferro ou de fundo grosso na boca do fogão mais forte que tiver. Acrescente o bacon e frite bem até ficar dourado, até queimadinho. O meu bacon tinha pouca gordura, por isso acrescente um tiquinho de banha de porco que tinha na geladeira. Você pode usar azeite, se precisar.

O aroma do bacon fritando é vida!

O aroma do bacon fritando é vida!

Na mesma panela acrescente  a cebola e o alho e abaixe o fogo e deixe suar, mexendo de vez em quando para não queimar (se você estiver usando uma linguiça fresca acrescente a linguiça agora, antes da cebola e alho e frite antes).

Em seguida acrescente a linguiça cortada em rodelas e frite bem. Ela vai soltar uma gordura avermelhada porque contém páprica em sua receita. Isso dá um sabor incrível no feijão.

Em homenagem aos portugueses que vieram tentar a vida por aqui usamos linguiça portuguesa!

Em homenagem aos portugueses que vieram tentar a vida por aqui usamos linguiça portuguesa!

A próxima a entrar na panela é a carne seca desfiada. Apesar de estar cozida, eu gosto de fritar até ficar dourada e crocante. Se precisar acrescente mais um pouco de gordura ou azeite.

Agora está na hora de cozinhar os ovos. Você pode acrescentá-los na mesma panela e fazê-los mexidos nesta confusão toda! Mas, por que aqui adoramos ovos cozidos com a gema quase mole, e por estética da foto 😉 resolvi cozinhá-los a ponto médio – veja DICAS.

A couve entra rapidamente, bem espalhadinha, para não embolar. E eu gosto dela verdinha e não toda mucha. Por isso mexa bem e seja rápido.

Parece muito mas não é! ;)

Parece muito mas não é! 😉

Já está na hora do feijão entrar nesta panela. Acrescente o feijão e um pouco do caldo. Isso fará com que o fundo da panela que está todo grudado solte e preencha o seu cozido de sabor. E também ajuda a ficar mais molhadinho. Eu gosto mais do feijão meio “tutu” do que farofa.

Por último vai a farinha. Eu nem usei toda a quantidade de 1 xícara. Fui colocando aos poucos até atingir uma consistência “seca mas molhadinha”, um pouco mais que angu e antes de virar farofa.

Temperei com pouco sal porque as carnes já eram bem salgadas, pimenta do reino moída na hora e um tanto de cheiro verde.

Na hora de servir coloque os ovos cozidos cortados ao meio e uma generosa porção de pimenta de cheiro.

Sirva com uma boa pinga!

Pimenta, pinga e berrante! Toca-lhe!

Pimenta, pinga e berrante! Toca-lhe!

DICAS:

  1. Uso uma técnica infalível para cozinhar os ovos – Coloque os ovos refrigerados em uma panela e cubra com água fria até cobrí-los com cerca de 2,5cm de água. Leve para ferver completamente (100 graus C) em fogo alto e, em seguida, retire a panela do fogo deixando cozinhar usando o calor residual na água. Como a temperatura do ovo aumenta, a temperatura da água cai, o que lhe dará uma tempo maior e um cozimento mais lento para o cozimento perfeito:
  • 2 minutos – A clara não está totalmente firme e a gema estará totalmente crua.
  • 4 minutos – A clara estará cozida, mas a gema estará espessa e líquida.
  • 6 minutos – A clara estará totalmente cozida e a maior parte parte da gema estará cozida, mas ainda um pouco líquida no meio.
  • 8 minutos – A clara e a gema estarão totalmente cozidas, mas suave.
  • 10 minutos – A clara e a gema estarão totalmente cozidas e duras.

Lembre-se de transferir seus ovos para água gelada, logo que retirá-los da panela para parar o cozimento imediatamente. Caso contrário, os seus ovos continuarão cozinhando mesmo depois de os ter retirado da água.

E nos links abaixo você encontra outras deliciosas receitas da turma do Coletivo Gastronômico:

Cozinha da Gertrudes – Buraco Quente

Na Cozinha da Carina – Afogado e Farofa de Ovo

Azeitonas Temperadas – Cuscuz Paulista